01 – Notícias do Mundo Animal

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Pavolo PetMaio 26, 201717min770

 Por G1

Quão difícil pode ser domar um gato?

Pergunte a Daniel Mills, professor de Veterinária comportamental na Universidade de Lincoln (Reino Unido). Em um estudo recente, Mills e sua colega Alice Potter comprovaram de modo científico o que já se sabia na prática: gatos são mais autônomos e solitários do que os cachorros. Apesar de envolver a já famosa reputação dos gatos, executar essa pesquisa foi mais difícil do que poderia parecer. “Eles são complicados se você quer que façam algo de uma certa maneira”, diz Mills. “Eles tendem a fazer o que querem.” Donos de gatos do mundo inteiro irão concordar. Mas por que exatamente os gatos são tão relutantes em cooperar, seja entre si ou com humanos? Ou, perguntando de outra forma, por que tantos outros animais – domésticos ou selvagens – têm espírito de equipe? A vida em grupo é comum na natureza. Pássaros formam bandos e peixes, cardumes. Predadores frequentemente caçam juntos. Até mesmo o leão, parente do gato doméstico, vive em grupo. Para as espécies que são caçadas por outras, obviamente há uma estratégia de maior segurança em um bando. “Chama-se efeito de diluição”, diz o biólogo Craig Packer, da Universidade de Minnesota (EUA). “Um predador só consegue matar um, e se há cem da mesma espécie isso reduz as chances de cada um deles ser pego para 1%. Mas se você estiver sozinho você será escolhido 100% das vezes.” Animais em bando também se beneficiam do efeito “muitos olhos atentos”: quanto maior o grupo, é mais provável que alguém perceba um predador se aproximando. “E quanto mais cedo você detectar o predador, mais tempo tem para iniciar a fuga”, diz Jens Krause, da Universidade de Humboldt em Berlim, Alemanha. Essa vigilância coletiva traz outras vantagens. Cada um pode gastar mais tempo e energia procurando por comida. E não se trata apenas de evitar predadores. Animais que socializam em grupos não precisam perambular em busca de companheiros, o que é um problema para espécies solitárias que vivem em territórios amplos. Uma vez que se reproduzem, muitos animais que vivem em grupo adotam a máxima “é necessária uma aldeia inteira para criar uma criança”, com os adultos trabalhando em equipe para proteger ou alimentar os mais novos. Em várias espécies de pássaros, como a zaragateiro-árabe de Israel, os pequenos permanecem em grupos de familiares até que eles estejam prontos para procriar. Eles dançam em grupo, tomam banho juntos e até trocam presentes entre si.

Princípio ‘Volta da França’

Viver em grupo também poupa energia. Os pássaros que migram juntos ou os peixes que vivem em cardumes se movimentam com mais eficiência do que os mais solitários. É o mesmo princípio que os ciclistas da Volta da França utilizam quando formam um pelotão. “Os que estão mais atrás não precisam investir tanta energia para atingir a mesma velocidade de locomoção”, diz Krause. Como pinguins e morcegos podem atestar, a vida pode ser mais calorosa quando se vive cercado de amigos. Com tantos benefícios, pode parecer surpreendente que qualquer animal rejeite seus companheiros. Mas, como os gatos domésticos demonstram, a vida em grupo não é para todos. Para alguns animais, os benefícios da coletividade não compensam ter que dividir comida. “Chega a um ponto em que se alimentar com outros indivíduos com grande proximidade reduz a sua quantidade de alimento”, diz John Fryxell, biólogo da Universidade de Guelph, no Canadá. Um fator-chave para essa decisão é ter alimentação suficiente, o que depende de quanta comida cada animal precisa. E os gatos têm um gosto caro. Por exemplo, um leopardo come cerca de 23 kg de carne em poucos dias. Para gatos selvagens, a competição por alimentos é cruel, e por isso leopardos vivem e caçam sozinhos. Há uma exceção à regra de felinos solitários: leões. Para eles, é uma questão territorial, diz Packer, que passou 50 anos de sua vida estudando os leões africanos. Alguns locais da savana têm emboscadas perfeitas para a caça, então controlar esse lugar resulta em uma vantagem significativa em termos de sobrevivência. “Isso impõe sociabilidade porque você precisa de equipes para dominar seu bairro local e excluir outros times. Assim, o maior time vence”, diz Packer. O que torna essa vida em grupo possível é que a presa de um único leão – um gnu ou uma zebra – é grande o bastante para alimentar várias fêmeas de uma vez só. “O tamanho da caça permite que eles vivam em grupos mas é a geografia o que realmente os leva a viver em grupos”, diz Packer. Não é a mesma situação dos gatos domésticos, já que eles caçam animais pequenos. “Eles vão comê-lo inteiro”, diz Packer. “Não há comida o suficiente para dividir.”

Domesticação

Essa lógica econômica está tão integrada ao comportamento dos gatos que parece improvável que até mesmo a domesticação tenha alterado essa preferência fundamental por solidão. Isso é duplamente verdade quando você leva em consideração o fato de que os humanos não domesticaram os gatos. Em vez disso, em seu próprio estilo, os gatos domesticaram a si mesmos. Todos os gatos domésticos são descendentes dos gatos selvagens do Oriente Médio (Felis silvestris), o “gato-do-mato”. Os humanos não coagiram esses gatos a deixar as florestas: eles mesmos se convidaram a entrar nos alojamentos de humanos, onde havia uma quantidade ilimitada de ratos ao seu dispor. A invasão a essa festa de ratos foi o início de uma relação simbiótica. Os gatos adoraram a abundância de ratos nos alojamentos e depósitos e os humanos gostaram do controle grátis da infestação de ratos. Os gatos domésticos não são completamente antissociais. Mas sua sociabilidade – em relação a outro humano ou entre eles – é determinada inteiramente por eles, em seus próprios termos. “Eles mantêm um nível alto de independência e se aproximam de nós apenas quando querem”, diz Dennis Turner, especialista em comportamento animal no Instituto de Etologia Aplicada e Psicologia Animal em Horgen, Suíça. “Os gatos desenvolveram muitos mecanismos para se manter à parte, o que não os conduz para a vida em bando”, diz Mills. Os gatos marcam seu território para evitar encontros constrangedores entre si. Se eles acidentalmente se toparem, os pêlos são levantados e as garras saltam para fora. Em determinadas circunstâncias pode parecer que os gatos domésticos adotaram a vida coletiva, como quando um grupo vive junto em um galpão. Mas não se engane. “Eles têm laços muito frouxos e não têm uma identidade real como grupo”, diz Fryxell. “Eles só gostam de ter um lugar comum para deixar seus filhotes.” Aliás, mesmo diante de um grande perigo, quando eles se unem para se defender, é pouco provável que os gatos colaborem entre si. “Não é que algo que eles tipicamente façam quando se sentem ameaçados”, diz Monique Udell, bióloga da Universidade de Oregon (EUA). Os gatos simplesmente não acreditam na força de um grupo. Tudo isso ajuda a explicar por que os gatos têm a reputação de dominação impossível. Ainda assim, há evidências de que o desprezo dos gatos pela vida em grupo possa ser uma fraqueza.

Caixa-preta da menta felina

Um estudo publicado em 2014 no periódico científico Journal of Comparative Psychology investigou os traços de personalidade dos gatos domésticos. A conclusão foi que manter-se solitário e desinteressado torna os gatos neuróticos, impulsivos e resistentes a ordens. Curiosamente, no entanto, os gatos domésticos parecem capazes de cooperar um pouco mais que seus parentes selvagens. Quando os pesquisadores compararam o gato doméstico a quatro selvagens – o gato selvagem escocês, o leopardo-nebuloso, o leopardo-da-neve e os leões africanos -, os gatos domésticos foram os que mais se aproximaram dos leões em termos de personalidade. É preciso dizer que os gatos domésticos trilharam um longo caminho a partir de seus ancestrais até aqui em termos de tolerar a companhia um do outro. Mesmo que gatos morando em galpões formem laços frouxos, eles ainda demonstram um nível impressionante de aceitação da presença do outro nesses espaços confinados. Em Roma, cerca de 200 gatos vivem lado a lado no Coliseu, enquanto na ilha de Aoshima, no Japão, o número de gatos supera o de pessoas em uma proporção de seis para um. Essas colônias podem não ter tanta cooperação, mas estão bem avançadas em relação ao passado solitário dos gatos domésticos. Enquanto isso, pode ser mais fácil para pesquisadores encontrar os gatos “no meio do caminho” ao realizar seus experimentos, fazendo certas concessões. Quando Udell fez suas primeiras experiências com gatos, enfrentou uma série de dificuldades ao tentar motivar suas cobaias a participar de certa atividade. Ela já havia trabalhado com cachorros, que estariam dispostos a fazer qualquer coisa em troca de um petisco. Os gatos, contudo, eram mais exigentes. Com o passar do tempo, Udell percebeu que teria mais sucesso se desse aos gatos a opção de escolher sua recompensa. “Acho que parte do desafio é o quanto sabemos sobre os gatos”, diz. Se os cientistas começarem a entrar na caixa-preta que é a mente felina, a domesticação à força pode ser substituída por uma coerção mais astuta. “Muito do comportamento animal – incluindo uma afinidade ou resistência à domesticação – é profundamente ligado ao circuito neural. Portanto, parece pouco possível deixar para trás anos de seleção natural”, diz Fryxell. “Mas quem sabe? Obviamente, leões conseguiram essa proeza, então deve ser possível que mutações ocorram”, diz ele. “E se eles conseguiram fazer isso, talvez domesticar gatos não seja uma ideia tão maluca, afinal de contas.”

Para os gatos, os benefícios da vida em grupo não compensam ter que dividir comida (Foto: BBC/Pixabay)

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/como-a-evolucao-transformou-os-gatos-em-animais-solitarios.ghtml


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Pavolo PetMaio 26, 20175min990

 Por G1

Omar tinha o mesmo tamanho que os irmãos de ninhada quando foi levado para casa por sua dona, Stephy Hirst, em 2013, na cidade australiana de Melbourne. Quase quatro anos mais tarde, porém, o felino da raça Maine Coon mede 1,20 m e pode ser o maior gato doméstico do mundo. Depois que o gato se tornou famoso na internet, Hirst diz ter sido procurada pelo Livro Guinness dos Recordes, que teria pedido medições oficiais do animal. O atual recordista, um gato da mesma raça, mede 1,18 m e vive na cidade britânica de Wakefield. A australiana criou uma conta de Instagram para Omar há duas semanas – uma das fotos já foi compartilhada mais de 270 mil vezes. A fama súbita valeu ao gato diversas participações em programas de TV e reportagens na mídia impressa australiana. “Ele não está lidando muito bem com a atenção”, disse a dona à BBC. “Esta manhã ele deu o maior piti.”


Aos três meses de idade, Omar parecia um gato comum (Foto: Instagram/@omar_mainecoon)

Carne de canguru

Omar normalmente levanta às cinco da manhã e come um pouco de ração antes de passar o dia pela casa. Mas seu jantar é requintado: carne de canguru, bastante comum para consumo humano na Austrália. “É a única que ele come”, explica a Hirst.

Tamanho e peso do gato fazem com que levantá-lo não seja fácil (Foto: Instagram/@omar_mainecoon)
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/maior-gato-do-mundo-viraliza-e-espera-por-recorde-mundial-na-australia.ghtml


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Pavolo PetMaio 26, 20174min650

Dois leões africanos machos e uma fêmea no Quênia (Foto: Wikimedia/Creative Commons)
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/cinco-leoes-escapam-de-parque-nacional-na-africa-do-sul.ghtml


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Pavolo PetMaio 26, 20173min620

Quatro gatinhos viajaram cerca de 1.600 km da Polônia à Inglaterra “de carona” em um caminhão de mudança. A sociedade protetora dos animais de Northamptonshire divulgou imagens dos gatinhos após a viagem de três dias dentro de uma caixa de papelão. Gatinhos sobrevivem a viagem de 1.600 km entre Polônia e Inglaterra. David Orr, da empresa de mudanças, diz que eles viajaram através de Alemanha, Holanda, Bélgica, França e pelo Canal da Mancha. Dawn Smith, da sociedade protetora, disse que os gatinhos, que só têm duas semanas, tiveram sorte de sobreviver. Os filhotinhos foram batizados como Bjorn, Benny, Agnetha e Anni-Frid, em homenagem aos integrantes do conjunto vocal ABBA, e vão ser colocados para adoção.



Pavolo PetMaio 26, 20172min690

Um vídeo que ganhou grande repercussão na internet mostra o momento em que uma cachorra da raça pitbull é deixada em um abrigo no estado da Califórnia nos EUA, em seu rosto é possível ver um sentimento de medo e confusão seguido por um um breve choro. O vídeo foi gravado por Lolys Mechanka uma das voluntárias do abrigo que publicou em suas redes sociais, graças atitude a cadela Electra foi adotada dois dias depois de ser deixada no abrigo.

(Foto: Reprodução vídeo Facebook Lolys Mechanka)

Infelizmente essa é uma grande realidade que assombra os abrigos do mundo, algumas pessoas abandonam seus animais como fossem um objeto que já não possui nenhuma utilidade. Os motivos são diversos e em sua grande maioria motivos absurdos. Por isso nós do Pavolo Pet trabalhamos arduamente para trazer informações sobre o mundo animal e dar dicas importantes de como devemos agir em certas situações e tomar decisões corretas antes que algo ruim possa acontecer.  



Pavolo PetMaio 25, 20172min870

Parecia mais um dia normal em um telejornal na Rússia, quando a âncora começou a passar as notícias uma cabeça surge no canto inferior do vídeo, ela continua sem perceber nada, até que toma um susto com um latido ao fundo, quando olha para o lado percebe que não esta sozinha, ela tenta continuar a falar sobre a reportagem, mas o cão da raça labrador sobe na bancada e começa a latir querendo atenção, a âncora meio sem jeito faz carinho no animal e menciona que prefere gatos. Ainda não se sabe como o cão entrou no estúdio.


(Foto: МТРК Мир/Reprodução vídeo do Youtube)


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Pavolo PetMaio 25, 20173min690

Uma caçador morreu após ser esmagado por um elefante em Gwai no Zimbábue. Uma pessoa que não quis se identificar, disse ao um site local (Netwerk24) que um grupo de caçadores havia saído para fazer um passeio, quando se depararam com um grupo de elefantes, três elefantes ao avistar os caçadores ficaram incomodados com a presença dos mesmos e decidiram atacar, Theunis Botha de 51 anos, decidiu atirar contra os animais, mas foi surpreendido por um 4° elefante fêmea que o pegou com a tromba, um dos caçadores do grupo disparou um tiro fatal contra o animal que caiu em cima do Botha e o esmagou.

(Foto: Theunis Botha/Reprodução vídeo do Youtube)

Scott Van Zyl era amigo de amigo de Botha, Zyl morreu no mês anterior no Zimbabwe por crocodilos, após sumir foi iniciado uma busca aonde localizaram sua mochila as margens do rio Limpopo. Nas buscas 2 crocodilos foram capturados e teste foram feitos com amostras tiradas de seu estômago foram compatíveis com DNA de Zyl.
Conhecido como organizador de safári de caça, Botha deixa esposa e 5 filhos.



Pavolo PetMaio 23, 20175min940

Uma menina foi atacada por um Leão-Marinho em um píer em Steveston Fisherman’s Wharf no Canadá, o vídeo mostra algumas pessoas observando o animal que se aproximava curioso e aparentemente inofensivo, de repente o leão-marinho aproxima-se até a mureta de proteção como se fosse pegar algo próximo a criança que o observava. Em seguida o animal recua e se concentra nos movimentos da menina que senta na mureta de proteção, logo em seguida o ataque acontece, o animal morde o vestido da criança e a puxa para dentro d’água, sem pensar dua vezes um dos familiares pula na água para resgatar a criança, que aparentemente não sofreu nenhum ferimento segundo Bob Baziuk, gerente-geral da Steveston Harbour Authority.

Momento em que menina cai na água (Foto: reprodução vídeo do youtube)

Segundo Michael Fujiwara que filmou todo o ocorrido, as pessoas alimentavam o animal quando o ataque aconteceu.
Bob Baziuk informou que o local faz parte de uma rota migratória dos animais e as autoridades locais orientam a os visitantes que não alimentem os animais, para sua proteção e a proteção dos animais.   

A Pavolo Pet orienta ao seus usuários que nunca alimente ou se aproxime de animais selvagens, pois os mesmos sempre serão imprevisíveis com relação ao seu comportamento, todos os animais merecem nosso respeito, pois alimentar os animais de maneira incorreta ou facilitar o alimento em seu ambiente natural é uma forma de maltratar a vida animal.

(Foto destacada: reprodução vídeo do youtube)